quinta-feira, 27 de novembro de 2008

SC pede ajuda!
Impossível ficar insensível ao trágico fenômeno da natureza ocorrido.
Num país tão grande aonde os extremos sofrem com a falta d'água e o excesso dela, devemos parar e agir.
Deixemos de lado a correria e com desapêgo ajudemos os desabrigados!
Vamos! Unidos conseguiremos reerguer esse Estado tão carente de tudo no momento.
Que DEUS ajude e ampare esse povo tão sofrido!

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

SISTEMA DE COTAS = PURO RACISMO!!!

Por sistema de cotas, entenda-se uma medida governamental que cria uma reserva de vagas, em instituições públicas ou privadas, para determinados segmentos sociais. É considerada uma forma de ação afirmativa.

A elaboração do conceito

A superação das desigualdades socioecônomicas impõe-se como uma das metas de qualquer sociedade que aspira a uma maior eqüidade social. Em face aos problemas sociais, algumas alternativas são propostas para atenuação de desigualdades que mantém em condições díspares cidadãos de estratos distintos. Uma das alternativas propostas é o sistema de cotas que visaria a acelerar um processo de inclusão social de grupos à margem da sociedade.

O conceito de cotização de vagas aplica-se a populações específicas, geralmente por tempo determinado. Estas populações podem ser grupos étnicos ou "raciais", classes sociais, imigrantes, deficientes físicos, mulheres, idosos, dentre outros.

A justificativa para o sistema de cotas é que certos grupos específicos, em razão de algum processo histórico depreciativo, teriam maior dificuldade para aproveitarem as oportunidades que surgem no mercado de trabalho, bem como seriam vítimas de discriminações nas suas interações com à sociedade.


No Brasil

A Constituição Brasileira de 1988[1]diz:

Artigo 37 (Caput)
VIII- a lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência e definirá os critérios de sua admissão;

A lei constitucional estabeleceu a reservas de vagas para deficientes físicos, o qual passou a ser adotado em diversos concursos públicos, com a ressalva de que o emprego ou cargo não exija plena aptidão física. Isto marca o inicío da reserva de vagas para grupos específicos no Brasil. Com o tempo, outros grupos sociais passam a pleitear a cotização de vagas para "garantirem" uma participação mínima em certas setores da sociedade como as universidades públicas.

Nas universidades, a adoção de reserva de vagas começa em 2000, com a aprovação da lei estadual 3.524/00[2], de 28 de dezembro de 2000. Esta lei garante a reserva de 50% das vagas, nas universidades estaduais do Rio de Janeiro, para estudantes da redes públicas municipal e estadual de ensino. Esta lei passou a ser aplicada no vestibular de 2001 da Universidade do Estado do Rio de Janeiro(UERJ) e na Universidade Estadual do Norte Fluminense(UENF).

A lei 3.708/01[3], de 9 de novembro de 2001, institui o sistema de cotas para estudantes denominados "negros" ou "pardos", com percentual de 40% das vagas das universidades estaduais do Rio de Janeiro. Esta lei passa a ser aplicada no vestibular de 2002 da UERJ e da UENF.

Outras universidades, tais como a Universidade de Brasília(UNB) e a Universidade do Estado da Bahia(UNEB) também aderem a tal sistema, tendo como critérios os indicadores sócio-econômicos, ou a cor ou "raça" do indivíduo.

Controvérsias

O sistema de cotas é considerada uma medida polêmica, gerando debates acalorados nos círculos acadêmicos. É algo que divide opiniões, embora seja um consenso de que algo deva ser feito para diminuição das desigualdades entre os cidadãos e grupos sociais. Alguns argumentam que o problema é de base e que atacar as conseqüências não resolve o problema, apenas cria outro.

Algumas controvérsias específicas às cotas de cunho racial residem no fato de que seria difícil definir quem teria direito a tais políticas. Alguns defendem o critério de autodeclaração, outros defendem a instauração de uma comissão de avaliadores que, baseados em critérios objetivos e subjetivos, decidiriam quem teria direito às cotas. Esta questão não é ponto pacífico, pois não há consenso sobre o tema. Em geral, as cotas raciais são voltadas para a população autodeclarada "negra" - podendo abranger os pardos que se declarem negros. Um caso ocorrido em 2007 na Universidade de Brasília, reacendeu a polêmica, pois dois gêmeos univitelinos foram classificados como sendo de "raças" diferentes.[4]

Ações de inconstitucionalidade já foram propostas por alguns políticos e entidades da sociedade civil contra o sistema de cotas.[5] Outros também se mobilizaram na defesa da reserva de vagas

Universidades com programas de ação afirmativa

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Dia da Consciência Negra - 20/11

É celebrado em 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.

A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. Apesar das várias dúvidas levantadas quanto ao caráter de Zumbi nos últimos anos (comprovou-se, por exemplo, que ele mantinha escravos particulares) o Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro (1594).

Algumas entidades como o Movimento Negro (o maior do gênero no país) organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente crianças negras. Procura-se evitar o desenvolvimento do auto-preconceito, ou seja, da inferiorização perante a sociedade.

Outros temas debatidos pela comunidade negra e que ganham evidência neste dia são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se há discriminação por parte da polícia, identificação de etnias, moda e beleza negra, etc.

O dia é celebrado desde a década de 1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos; até então, o movimento negro precisava se contentar com o dia 13 de Maio, Abolição da Escravatura – comemoração que tem sido rejeitada por enfatizar muitas vezes a "generosidade" da princesa Isabel, ou seja, ser uma celebração da atitude de uma branca.

A semana dentro da qual está o dia 20 de novembro também recebe o nome de Semana da Consciência Negra.

Dados estatísticos

Segundo o IBGE, no Brasil os negros são correspondentes a menos de 10% da população. Os chamados "pardos", no entanto, que são mestiços de negros com europeus ou índios, chegam a um número próximo da metade da população.

Entre a população negra jovem (especificamente no segmento de 15 a 17 anos), 36,3% cursaram ou cursam o ensino médio; entre os brancos, a parcela é de 60%. Entre aqueles que têm até 24 anos, 57,2% dos brancos haviam atingido o ensino superior, contra apenas 18,4% dos negros.

O rendimento médio da população branca no Brasil é de R$ 812,00; já a dos negros é de R$ 409,00. Entre a parcela de 1% dos mais ricos do país, 86% são brancos.


terça-feira, 18 de novembro de 2008

"O FILHO ETERNO" : ROMANCE, AUTOBIOGRAFIA OU REPORTAGEM ? POUCO IMPORTA. É UM LIVRAÇO


O escritor Cristovao Tezza, 55 anos, romancista, ex-relojoeiro (!), catarinense radicado em Curitiba, professor da Universidade Federal do Paraná, acaba de cometer uma façanha e criar um problema para a literatura brasileira.

A façanha : recém-lançado, "O Filho Eterno" já desponta como favoritíssimo ao título de melhor do ano. O problema : "O Filho Eterno" foi publicado pela Editora Record na categoria de "romance brasileiro", mas é um texto escancaradamente autobiográfico.


Tezza descreve, sem jamais cair no melodrama ou na pieguice, um acontecimento que o fez se sentir como se fosse um boi cabeceando inutilmente contra as paredes do corredor de um matadouro: o dia em que recebeu a notícia de que o primeiro filho, tão esperado, tinha Síndrome de Down.

Não é exagero carimbar "O Filho Eterno" desde já como o lançamento do ano. O site de literatura Todoprosa, mantido por Sérgio Rodrigues, também concedeu este título antecipado do livro. Ainda é agosto. Mas, pelo menos na categoria de "romance brasileiro", a disputa pelo campeonato de melhor do ano parece resolvida. Que se apresentem os outros candidatos.

Pergunte-se a um leitor médio, aquele que desembarca na livraria simplesmente em busca de uma bela descoberta : o que é que define uma boa leitura ? Nove entre dez dirão que boa leitura é aquela capaz de prender a atenção. Que outra coisa pode querer um autor ? E excelente leitura é aquela que arrebata. É o caso de "O Filho Eterno". Tezza acaba de criar o Expresso 222 da literatura. As 222 páginas de O Filho Eterno voam, arrebatadoras, como se fossem vinte.

Referir-se a si próprio na terceira pessoa virou sinônimo de vaidade desde que Pelé - e outras celebridades menos votadas - cairam nessa tentação. O autor de "O Filho Eterno" se enquadra na categoria dos que falam de si próprios na terceira pessoa por outro motivo: o excesso de pudor na hora de subir à ribalta para se expor aos olhos do público. É compreensível. O fato de a narração ser feita na terceira pessoa é, provavelmente, o único detalhe que impede "O Filho Eterno" de se enquadrar na categoria de autobiografia.

Resta o "problema" literário criado por "O Filho Eterno" : a partir de que momento uma narrativa amparada em fatos deixa de ser uma autobiografia para se transformar em "romance" ? É tudo uma questão de primeira ou terceira pessoa ? Estudantes de Letras, se é que existem, mãos á obra!

"O Filho Eterno" poderia também ser qualificada como uma peça do chamado "novo jornalismo", uma reportagem irretocável, merecedora de todo aplauso numa época em que texto jornalístico, golpeado pelos "idiotas da objetividade", cabeceia, também ele, como se fosse um boi no corredor de um matadouro. O livro não deixa de ser uma bela reportagem autobiográfica de um pai que toma para si uma tarefa dificílima : a de narrar uma dor inenarrável ou, para usar uma palavra que é cara ao autor, "irredimível".

A certa altura do texto, Tezza confessa ser um daqueles autores que, em nome da devoção incondicional à literatura, são capazes de engolir durante anos a fio recusas de editoras e eventuais fracassos de venda. Ainda assim, vão adiante, porque crêem que o que conta é o embate original com as folhas de papel em branco (ou com a tela alva do computador) : neste cenário íntimo, pessoal e intransferível, os Cristovao Tezza entregam-se à acidentada tarefa de tentar traduzir a vida em palavras, "dar nome às coisas". Todo o resto é acidente, vaidade, desvio, perda de tempo, mera consequência.

"Os escritores brasileiros somos pequenos ladrões de sardinha, Brás Cubas inúteis", diz, a certa altura do livro. Imagina-se, lá pelas tantas, autor de livros que ninguém lerá - e pai de um filho que não poderia amar. Mas persiste, porque, para ele, escrever é uma escolha radical, uma predestinação que não depende de coisas tão pequenas quanto os humores das editoras ou as leis de mercado.

Quem termina a travessia arrebatadora das 222 páginas de "O Filho Eterno" haverá de sentir um alívio e uma alegria. O leitor concluirá que, feitas as contas, o poeta Drummond tinha toda razão ao dizer que nossa existência é "um sistema de erros", "um vácuo atormentado", "um teatro de injustiças e ferocidades" , mas, no caso de Cristovao Tezza, tanta dor, tanto tormento, tanto espanto, tanto vácuo, tanto remorso, tanta incredulidade, tudo, enfim, foi recompensado com uma bela contrapartida, o melhor prêmio que um escritor poderia esperar : concebeu um livro que todos deveriam ler sobre um personagem que todos haverão de amar. Chama-se Felipe.

É este o nome do filho eterno.

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Trechos de "O Filho Eterno" , em que o pai recebe a notícia de que o filho tinha sido diagnosticado como portador da Síndrome de Down:

"Em um átimo de segundo, em meio à maior vertigem de sua existência, a rigor a única que ele não teve tempo ( e durante a vida inteira não terá) de domesticar numa representação literária, apreendeu a intensidade da expressão "para sempre" - a idéia de que algumas coisas são de fato irremediáveis, o sentimento absoluto, mas óbvio, de que o tempo não tem retorno, algo que ele sempre se recusava a aceitar. Tudo pode ser recomeçado, mas agora não: tudo pode ser refeito, mas isso não ; tudo pode voltar ao nada e se refazer, mas agora tudo é de uma solidez granítica e intransponível : o último limite, o da inocência, estava ultrapassado; a infância teimosamente retardada terminava aqui, sentindo a falta de sangue na alma, recuando aos empurrões, sem mais ouvir aquela lengalenga imbecil dos médicos".

"Ele recusava-se a ir adiante na linha do tempo; lutava por permanecer no segundo anterior à revelação, como um boi cabeceando no espaço estreito da fila do matadouro; recusava-se mesmo a olhar para a cama, onde todos se concentravam num silêncio bruto, o pasmo de uma maldição inesperada. Isso é pior do que qualquer coisa, ele concluiu- nem a morte teria esse poder de me destruir. A morte são sete dias de luto, e a vida continua. Agora, não. Isso não terá fim. Recuou dois, três passos, até esbarrar no sofá vermelho e olhar para a janela, para o outro lado, para cima, negando-se, bovino, a ver e a ouvir".

"Pai e mãe são tomados pelo silêncio. É preciso esperar para que a pedra pouse vagarosamente no fundo do lago, enterrando-se mais e mais na areia úmida, no limo e no limbo, é preciso sentir a consistência daquele peso irremovível para todo o sempre, preso na alma, antes de dizer alguma coisa. Monossílabos cabeceantes, teimosos - os olhos não se se tocam".

"Se eu escrever um livro sobre ele, ou para ele, o pai pensa, ele jamais conseguirá lê-lo"

"Eu não posso ser destruído pela literatura; eu também não posso ser destruído pelo meu filho - eu tenho um limite : fazer, bem-feito, o que posso e sei fazer, na minha medida. Sem pensar, pega a criança no colo, que se larga saborosamente sobre o pai, abraçando-lhe o pescoço, e assim sobem as escadas até a porta de casa"

"Durante todos esses anos sentiu o peso ridículo de ser escritor, alguém que publica livros aos quais não há resposta, livros que ninguém lê ; e resistiu bravamente, e pelo menos nisso teve sucesso, ao consolo confortável, à coceira na língua, quase sempre calhorda, de despejar no mundo as culpas da própria escolha"

(www.geneton.com.br)

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

domingo, 16 de novembro de 2008

MESTIÇOS, somos todos!

Mestiços são pessoas que são descendentes de duas ou mais etnias ou raças humanas diferentes, e possuem as características das "raças". Por exemplo, com antepassados negros e brancos, ou negros e índios.

São também chamados de mistos em Moçambique, e de pardos, no Brasil; e também se usam como adjectivos, nas expressões "raça mestiça" ou "cor mestiça".

Existem palavras que definem mestiços conforme a raça dos antepassados, por exemplo: mulato para descendente de branco com negro, cafuzo para descendente de ameríndio com negro, e caboclo para descendente de ameríndio com branco.

Como sinónimo, mas em desuso, são usados quarteirão/quadrarão para pessoas com um quarto de sangue negro/índio ou oitavão para pessoas com um oitavo de sangue negro/índio.

No Brasil, há o Dia do Mestiço, comemorado em 27 de junho.

sábado, 15 de novembro de 2008

Perseverança

"Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos.

Fazer ou não fazer algo só depende de nossa vontade e perseverança."

(Albert Einstein)

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Conta certa lenda que estavam duas crianças patinando num lago congelado. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas. De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou. A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.

Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:

- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!

Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou:

- Eu sei como ele conseguiu.

Todos perguntaram:

- Pode nos dizer como?

- É simples. - respondeu o velho - Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

O valor da persistência

Confundir persistência com teimosia é um grande equívoco.

Persistir é manter seus objetivos sempre no foco e mesmo nas maiores dificuldades ou enfrentando obstáculos que poderiam se tornar intransponíveis, você resistir e continuar.

Não é bater na mesma tecla, não é teimosia, não é arrogância, não é manter-se no caminho a qualquer custo. É simplesmente não desistir mantendo-se ético no caminho todo.

Quando traçamos objetivos, o grande mérito em atingi-los também é que façamos o caminho todo e independentemente das dificuldades, o cumpramos.

Quanto vale você saber que persistiu, que não se entregou às dificuldades, que deu o máximo de você mesmo, que fez por merecer?

Tangível talvez este valor não seja, mas você se reconhecer como uma pessoa que persiste, que vai atrás e que faz, talvez sim, seja este o melhor dos valores.

Mesmo que não possamos medi-lo, podemos senti-lo: perceber em nós mesmos o quanto é importante persistir.

Os benefícios não são apenas para o próprio ego, mas impactam também nas pessoas que nos cercam. Elas começam a entender que se alguém consegue, elas também conseguem e aí você se torna referência e pode pelo seu exemplo tornar os processos em que você atua, muito melhores.

Sempre uma questão de atitude.

Persistir é uma decisão que você toma: não existe uma pessoa meio persistente, ou ela é ou não é.

No mundo dos negócios a persistência é uma excelente característica daqueles que buscam crescer. Você só sai do lugar se persistir e se nunca desistir d’aonde pretende chegar.

Sempre é muito bem visto quem persiste, e com ética se mantém forte no caminho.

O que é fundamental ser considerado é que se você considerar que o caminho seguido não funciona, não desista, encontre outro; o importante é você não desistir de enxergar saídas.

Nunca desista de enxergar.

Escolha enxergar que você pode chegar aonde quiser. Persista.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

NEE - NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

A inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais requer professores capazes de
promover sua aprendizagem e participação. No entanto, a maioria dos professores atuantes nos diversos níveis de ensino se encontra despreparada para assumir esta responsabilidade.
Muitos professores não possuem conhecimento suficiente para incluir alunos com NEE. Alguns, desconhecem a metodologia de ensino a ser utilizada. E com isso, muitos alunos ficam à deriva, sem poder dar continuidade aos estudos em determinada fase da vida estudantil. Poucas escolas oferecem estrutura pra NEE e na maioria das vezes tais estabelecimentos cobram preços altíssimos pelo serviço oferecido, o que dificulta para muitos alunos o acesso à esse tipo de estudo.
Impressionante como tal necessidade é tão desrespeitada!

terça-feira, 11 de novembro de 2008

O Processo de Inclusão Social


O Processo de Inclusão Social

Quando falamos sobre o processo de inclusão social, o que normalmente nos vem em mente, é que estamos nos referindo a alunos especiais ou seja, portadores de deficiências especiais em relação ao acesso à educação.

É de ressaltar, que ao fazermos referência a inclusão social não consideramos somente os portadores de deficiência, mas sim diferentes formas de inclusão social sejam elas por distinção de raça ( preto, branco, pardo, etc.), condição sócio-econômica(rico,pobre,etc.),distinção de idade ( crianças, idosos), sexo(homem,mulher), preferência sexual(heterossexual ou homossexual), limitações no aprender e etc..

A questão da inclusão é tão séria, que já ocorreu um caso em que um casal decidiu tirar seus filhos de uma sala de aula por não aceitar uma professora negra ministrando aula para eles. E o mais interessante, é que as próprias crianças mantinham boas relações com a professora. Esta situação nos mostra um ponto a ressaltar ,o preconceito vem da geração dos pais ,demonstrando que se for trabalhado a conscientização com esta nova geração, podemos ter uma evolução significante na inclusão social.

Na verdade, a inclusão social tem como objetivo, inserir os indivíduos na sociedade que não possuem condições devido a diversos fatores.

O que tem sido colocado como um dos pontos relevantes para que o processo de inclusão social tenha sucesso, é a capacitação dos indivíduos que estão inseridos na formação. Consideramos que aos poucos , seja necessário que através de todo um planejamento crie-se uma forma de orientar alunos, professores, e todos aqueles indivíduos que fazem parte.

A inclusão social é bastante questionada principalmente nas escolas. Mas a verdade , é que na maioria das vezes em que uma pessoa de depara com esta situação diferenciada , o que pode se perceber é a grande desinformação e despreparo da sociedade como um todo.

Sabemos que a mídia tem o grande poder de chamar a atenção e até mesmo de influenciar os indivíduos sobre a forma de pensar e agir diante de certas situações.Sendo assim precisamos dela como um dos aliados para despertar na sociedade a grande evolução que teremos à partir da inclusão social.

Devemos despertar em cada ser humano, o espírito de crescimento social para buscarmos diferentes formas de resolver os obstáculos que a nossa sociedade apresenta contribuindo para a formação de cidadãos capazes de enfrentar as dificuldades da vida no caminho para o sucesso.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008


Seres humanos não são diferentes!
Pessoas iguais...
Sentimentos iguais...
Sonhos iguais...
Metas iguais...
Então, por quê se achar diferente?!
Absurdo total!!!
Somos todos únicos!!!

domingo, 9 de novembro de 2008

sábado, 8 de novembro de 2008

TELETON


Teleton é uma "maratona" televisiva que tem como objetivo principal arrecadar uma quantidade de dinheiro, pré-definido ou não, para a assistência de pessoas com problemas de saúde dos mais diferente tipos e que não possuem condição financeira para obter um tratamento digno. O primeiro Teleton surgiu em 1954 nos Estados Unidos chamado de WHAS Crusade for Children. No entanto, o termo Teleton, bem como sua finalidade, ficaram conhecidos mundialmente a partir de 1966 com o Teleton Jerry Lewis MDA Telethon sob o comando de Jerry Lewis. Na América do Sul o Teleton foi realizado pela primeira vez em 1978 no Chile. Na América Latina foi criada a "ORITEL" (Organização Internacional dos Teletons), fazendo com que o Teleton se unificasse nessa região.

No Brasil o Teleton foi criado em 16 de maio de 1998 e exibido pelo SBT graças a um pedido de Hebe Camargo para o apresentador e empresário Silvio Santos, que aceitou transmitir o programa em sua rede de televisão.

O programa, no qual arrecada verbas para a construção de novos hospitais da AACD, foi um sucesso, diversas emissoras de TV contribuíram com seus artistas, que cederam diversos artistas da sua grade de programação.

Os apresentadores do SBT e de outras emissoras, além de artistas, celebridades e dirigentes de grandes instituições, participam o longo do programa.

Teleton é exibido das 0h de sábado até às 0h de domingo.


Black is Beautiful








quarta-feira, 5 de novembro de 2008

POLITICAMENTE INCORETO VOCÊ S/A - 05/10/2008

Politicamente incorreto

Expressões que no passado eram encaradas com naturalidade, hoje são vistas como preconceituosas. Evite usá-las em público

Por Reinaldo Polito

Você tem mais de 45 anos? Tem? Então precisa duplicar os cuidados com a história do politicamente correto. Sim, porque quem tem mais de 45 anos foi criado dentro de uma cultura em que chamar o amiguinho de rua ingenuamente de negão ou de pretinho, de japinha, de alemão, era tão espontâneo quanto natural. Tanto é verdade que os meus amigos negros de infância, e que eram muitos, quando passavam em casa (ou di casa, como diziam no meu bairro lá em Araraquara), deixavam recado com a minha mãe: avisa que o negão, ou o pretinho, passou “daqui”.

Com o tempo, entretanto, tratar as pessoas com palavras que identificam a cor da pele ou a origem racial passou a ser politicamente incorreto. Assim, numa fase de transição, lá pelo final da década de 60 e início dos anos 70, as pessoas começaram a mudar o jeito de falar. O tratamento passou a ser "pessoa de cor". E a pergunta que se fazia era essa: "Pessoa de cor? Mas de que cor você está falando?" Essa observação demonstrava que o novo tratamento também era visto como preconceituoso. Por isso, o pessoal mais veterano ficou perdido, sem saber como agir. Afinal, como chamar o velho amigo que sempre foi tratado por negão, ou japinha, ou alemão? -- e que nunca achou ruim, a ponto de assumir o apelido com a maior tranqüilidade. Com o passar do tempo, curiosamente, dizer que a pessoa era negra, amarela ou branca também passou a ser visto por alguns como tratamento preconceituoso. Aí os quarentões quase piraram. E agora, como falar? Afro-brasileiro, nórdico, oriental? O pior da história é que esses tratamentos para quem tem mais de 45 eram e são usados com a mesma naturalidade. O problema é que são tachados de criminosos. Sim, porque agora é lei, um crime inafiançável.

Antes que os deuses do Olimpo se voltem contra mim, peço licença para esclarecer: Não estou discutindo o mérito da lei que trata do preconceito. Eu também acho que essa agressão precisa ter um fim. O que pretendo discutir é a situação daqueles que foram criados e formados dentro de uma cultura em que determinadas atitudes eram vistas e aceitas com naturalidade, mas que agora precisam mudar o registro, mesmo não existindo a mínima intenção de agredir.

Você tem menos de 45 anos? Tem? Então precisa quintuplicar os cuidados com o politicamente correto. Lógico, porque quem tem menos de 45 já foi criado no seio de uma sociedade consciente de que tratar as pessoas pela cor da pele ou origem racial indica preconceito. Portanto, se incorrer nesse erro, não terá desculpa – errou sabendo que estava errando. Mas onde estou querendo chegar com essa reflexão? Simples. Ao falar, seja em público ou para poucos interlocutores, saiba que ser politicamente correto não é sempre conversa de gente chata que não tem o que fazer na vida. É um cuidado que precisamos ter para considerar o próximo, com suas características, anseios, formação e experiências. Mas não há como negar que tem muita gente hipócrita por aí. São aquelas pessoas que costumam exagerar: pegam tudo ao pé da letra e ficam vigiando cada virgula do que é dito para cair de pau em cima do desavisado. Como dizia a minha querida professora de arte Dra. Marlene Fortuna: Dá uma enxada para ele, porque o que falta aí é serviço.

Mas é preciso ter cuidado. Um deslize nessa questão pode jogar por terra o resultado de uma apresentação. Fique atento, principalmente, nas suas conversas do dia a dia, pois o que dizemos nos contatos com as pessoas mais próximas é o que acaba saindo também diante do público. Você não precisa se tornar um chato ou um paranóico como alguns bobinhos que andam por aí à caça de bruxas. Mas fique esperto.

Só para dar um exemplo: quando escrevi o livro Como falar Corretamente e Sem Inibições, que por sinal está entrando neste mês em sua 100ª edição, tive um problema. Ao tratar do tema relacionado ao medo de falar em público, inclui uma citação de um dos mais importantes nomes da história da psicologia, o ex-professor da Getúlio Vargas e renomado conferencista Emílio Mira Y. Lopes. Em uma passagem da sua famosa obra Quatro Gigantes da Alma, o autor afirma que o medo é o gigante negro. O mundo quase caiu sobre minha cabeça. Recebi inúmeras cartas me acusando de ser preconceituoso simplesmente porque usei uma citação baseada na obra de um conceituado estudioso. Se você olhar o livro a partir da quarta edição, vai constatar que inclui uma nota de rodapé com a seguinte explicação: Emílio Mira Y. Lopes, na sua obra Quatro Gigantes da Alma, identifica cada gigante por uma cor característica – o medo é negro, a ira é rubra, o amor é róseo e o dever é incolor.

Eu, hein! É por essas e por outras que você também deve tomar cada vez mais cuidado com possíveis deslizes. Mas sem paranóia ou hipocrisia.
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Reinaldo Polito é mestre em ciências da comunicação, professor de expressão verbal há 26 anos e autor de 11 livros, entre eles “Como falar corretamente e sem inibições”, “Assim é que se fala”, “Gestos e Postura para falar melhor” e “Um jeito bom de falar bem". www.polito.com.br

terça-feira, 4 de novembro de 2008


Belo e Feio
Certo e Errado
Perfeito e Imperfeito
Reto e Torto
Igual e Diferente
Normal e Anormal
E....assim se define padrões!
Mas, será realmente que tudo deve seguir um padrão?
E o que não está dentro destes padrões, está errado?
Normas, regras, conceitos....nada natural!
Mas, o planeta é moldado nisso.... e assim gira o mundo!!!

SER DIFERENTE...



De formatos tradicionais
o mundo está cheio
é uma manipulação
aos ideais
aos sonhos
ao comportamento social
Cada vez mais
somos forçados
a ser igual à maioria
para que não, nos achem
diferentes...

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O DESAFIO DE SER DIFERENTE



Desde a pré-história, já eram encontrados indícios de que os primeiros homens buscavam viver em grupos, da mesma maneira, percebemos essa característica também entre os animais. Em grupos, os animais conseguem, com mais eficácia, sua sobrevivência, e conseqüentemente, está assegurada a perpetuação da sua espécie.

Embora se compreenda a eficácia de se viver em grupos, na civilização moderna, o que se constata muitas vezes, é a dificuldade da convivência. Temos a impressão de que muitas pessoas, às vezes, preferem viver a sua independência, se fechando para o outro, ao invés de se adaptar às exigências de algumas regras básicas, necessárias, que são estabelecidas naturalmente em função do bom relacionamento.

Somos pessoas únicas em todo o nosso ser. Somos capazes de fazer valer a nossa racionalidade sobre nossos instintos naturais. Trazemos particularidades únicas na maneira de viver, de responder às exigências, de enfrentar as dificuldades e também de assimilar os acontecimentos ocorridos contra a nossa vontade.

Diante de tamanha particularidade, entendemos que dentro de um relacionamento – juntamente com os demais integrantes, cujos comportamentos também são diferentes e únicos – podemos enfrentar alguns desafios. Obviamente uma pessoa terá problemas de convivência, dentro de um grupo social, se manter o caráter de disputas, de autopromoção no desejo de se destacar sobre os demais, de concorrência ou de ciúmes.

Quando nos propomos a conviver com outras pessoas, quer seja no trabalho, quer seja na escola ou na comunidade na qual nos encontramos, o fazemos por nossa própria opção. Identificamos nesses grupos sociais características que nos convenceram a desejar o engajamento, vivendo e aprendendo a respeitar os princípios praticados neles, a fim de alcançarmos a harmonia do relacionamento de modo a se atingir um objetivo comum.

Na aprendizagem da sadia convivência, estamos sujeitos aos desentendimentos; entretanto, muitos destes – se não forem controlados – podem fomentar a segregação. E, infelizmente, muitas vezes, dessa ruptura se origina um outro “grupinho de discípulos”, que levam como hábito a crítica, quase nunca construtiva, contra a outra pessoa, ou o outro grupo do qual participavam.

A fim de minimizar os traumas e de preservar a perpetuação do título que o ser humano é “sociável”, devemos acreditar na mudança e no controle dos nossos impulsos; especialmente daqueles que facilmente se sobrepõem à nossa racionalidade, liberando assim os instintos mais primitivos, oriundos dos nossos ancestrais pré-históricos.

Reconhecendo os objetivos pelos quais nos propusemos a fazer parte de um determinado grupo social, precisamos assumir o desejo de ser “diferentes” quando não encontramos as qualidades que consideramos vitais na outra pessoa, a fim de ser para esta, modelo de comportamento, de solidariedade, acolhimento, paciência, benevolência, amizade… sendo tudo regido pela boa educação.
Assim, ao invés de sair em busca de uma sociedade perfeita – de acordo com o nosso gosto – estaremos empenhados em enriquecer nossa comunidade particular com as preciosidades de nossas virtudes

sábado, 1 de novembro de 2008

O SANGUE QUE SALVA

SEMELHANÇAS NA IGUALDADE

HOMEM E MULHER
ARROZ COM FEIJÃO
SOL E PRAIA
PÃO COM MANTEIGA
BRANCO E PRETO
QUEIJO COM GOIABADA
LUA E NOITE
CAFÉ COM LEITE
NAMORO E BEIJO
FUTEBOL E CERVEJA
E POR AÍ VAI...
TANTAS COISAS QUE SOZINHAS NÃO TÊM GRAÇA, OUTRAS QUE SÃO TÃO DIFERENTES,
ALGUMAS OPOSTAS, E ATÉ AQUELAS QUE SE COMPLETAM. MAS, QUE NA DIFERENÇA, SÃO TÃO SEMELHANTES QUE CHEGAMOS A ACHAR QUE SÃO UMA SÓ.
A VIDA NOS MOSTRA ISSO A CADA INSTANTE: IGUAL E DIFERENTE, PODEM SIM, CAMINHAR JUNTOS.