sexta-feira, 31 de outubro de 2008


Todos os dias Deus nos dá um momento em que é possível mudar tudo que nos deixa infelizes. O instante mágico é o momento em que um "sim" ou um "não" pode mudar toda a nossa existência.

Leitura recomendada

Livro: PAI RICO, PAI POBRE
Autores: Robert Kiyosaki e Sharon Lechter

Pai Rico, Pai Pobre é o primeiro best-seller de Robert Kiyosaki e Sharon Lechter. Ele advoga a busca pela independência financeira através de investimento, imóveis, ter seu próprio negócio e o uso de táticas financeiras de proteção do patrimônio.

Pai Rico, Pai Pobre é escrito em uma lingugem anedotal que entretêm e faz com que o assunto finanças fique interessante.[carece de fontes?] O elemento mais central reiterado por Kiyosaki e Lechter é a defesa da tese de se possuir o sistema ou os meios de produção, ao invés de ser um empregado de alguém.

Resumo:

O livro toma a forma de uma estória. Ele se baseia largamente no crescimento e educação do próprio Kiyosaki no Havaí, apesar do exato grau de ficcionalização ser controverso. Por causa do uso intenso de alegorias, alguns leitores acreditam que Kiyosaki criou Pai Rico, Pai Pobre como um autor substituto (um artifício literário), discutido mais abaixo na seção "Crítica". Muitos leitores acreditam que o "Pai Rico" do livro seria na realidade o fundador de uma cadeia de lojas muito difundidas no Havaí.

O Pai Pobre da estória é baseado no pai real de Kiyosaki, um doutor graduado pela Stanford, Chicago, e pela Northwestern University, todas em livre docência, que era o chefe do departamento de educação do Estado do Havaí. No livro, ele é muito respeitado até que resolve, mais tarde na carreira, se candidatar contra o governador do Havaí. Isso faz com que "Pai Pobre" perca seu emprego, e nunca mais encontre um emprego comparável. Porque ele nunca aprendeu a lidar com dinheiro, ao invés disso sempre dependeu do governo (seu patrão), ele morre com muitas dívidas.

Contrastando com esse personagem está o Pai Rico, o pai de seu melhor amigo, Michael. Pai Rico largou a escola na 8a série, mas apesar disso conseguiu pelo próprio esforço se tornar um multi-milionário. Ele ensina Kiyosaki e Michael uma variedade de lições financeiras e insiste para que o garoto aprenda a fazer com que o dinheiro trabalhe para ele, afim de evitar que passe o resto da vida trabalhando por dinheiro, como os empregados de "Pai Rico" e o "Pai Pobre", e também a maioria das pessoas no mundo. Há muita coisa nesse livro difícil de engolir como verdade, e o leitor deve se lembrar de que é bastante alegórico.

Anthony Robbins tem um seminário chamado 'Dominando a Riqueza' (Wealth Mastery, em inglês) e um dos participantes é um senhor chamado Keith Cunningham. Durante o seminário Cunningham afirmaou ser o "Pai Rico" de Kiyosaki. Isso é altamente improvável não apenas por causa da proximidade das idades entre Cunningham e Kiyosaki, mas também porque Kiyosaki afirmara em seus livros que o Pai Rico morrera em 1994. Alguns alegam que o Pai Rico era uma pessoa chamada Richard Kimi, o falecido fundador da Sand and Seaside Hawaiian Hotels.

O livro saliente as diferentes atitudes com relação a dinheiro, trabalho e à vida desses dois homens, e como elas acabaram influenciando a vida de Kiyosaki.

Tópicos:

Alguns dos tópicos do livro são:

  • o valor da inteligência financeira
  • que empresas gastam antes e pagam impostos depois, enquanto as pessoas devem pagar impostos primeiro
  • que empresas são entidades artificiais que qualquer um pode usar, mas os pobres geralmente não sabem como

Kiyosaki e Lechter dizem que os ricos pensam de forma diferente quando definem palavras simples como ativos e riqueza, e como eles financiam seus luxos. Eles definem um ativo como sendo qualquer item que produza renda (como uma propriedade alugada, ações ou títulos), e um passivo como qualquer coisa que produza gastos (como a própria casa ou veículo de alguém - qualquer bem de consumo).

Ninguém discute o fato de que os ricos compram "ativos-geradores-de-renda". Kiyosaki e Lechter argumentam que os pobres comprar itens que pouco valem e que eles pensam serem ativos, mas que claramente não geram renda nenhuma e podem nem mesmo ter valor de mercado.

De acordo com Kiyosaki e Lechter, a riqueza é medida pelo número de dias que a renda dos seus 'ativos' podem te sustentar, e independência financeira é alcançada quando a renda mensal dos seus ativos excede suas despesas mensais. Cada 'pai' tinha uma forma diferente de educar seu filho.

Citações:

  • "Exercícios físicos melhoram a saúde, exercícios mentais melhoram a riqueza, a preguiça destrói ambas."
  • "Um verdadeiro luxo é uma recompensa por investir em ativo real e desenvolvê-lo."
  • "Lembre-se da Regra de Ouro. Aqule que tem o ouro faz as regras."
  • "A única maneira de sair da "Corrida dos Ratos" é provando sua proficiência tanto em contabilidade quanto em investimento, seguramente dois dos temas mais difíceis de se dominar."
  • "Eu mencionei antes que a inteligência financeira é uma sinergia entre contabilidade, investimento, marketing e direto. Combine essas quatro habilidades técnicas e ganhar dinheiro com dinheiro será mais fácil."
  • “A maioria das pessoas são pobres porque no que diz respeito a investimentos, o mundo está cheio de Chicken Littles correndo por aí gritando, ‘O céu está desabando, o céu está desabando.’”
  • “Muitos jovens hoje em dia tem cartões de crédito antes de deixarem o colegial, e no entanto, nunca tiveram uma aula sobre dinheiro ou como investi-lo, muito menos entender como os juros compostos funcionam nos cartões de crédito.”
  • "Os pobres e a classe média trabalham por dinheiro. Os ricos tem dinheiro que trabalham por eles." (P30).
  • "O problema com a corrida dos ratos é que mesmo se você ganhar vai continuar sendo um rato."











terça-feira, 28 de outubro de 2008

IGUAIS....DIFERENTES....SOMOS ÚNICOS....

Somos iguais como Somos e diferentes quando queremos Ser...
Pensei durante certo tempo que ser diferente era importante... mas na realidade somos todos iguais e parte de um mesmo Todo.
Somos diferentes em roupas, níveis de ensino, nacionalidades, religiões... e até em aparência, mas por dentro, nossa essência é una... as mesmas dores, preocupações, amores...
Por vezes me parece que as pessoas se esquecem disto... e tornam-se diferentes para serem únicas... quando na realidade não são.
Toda a essência de Deus é Um... não há Dois.
Sendo certo que somos parte da essência de Deus então somos todos parte do Um... mas não somos diferentes por isso.
Criada a diferença passa haver o debate a disputa... quando não há debate... há complemento e união...
Sinto que quando sentimos o Outro/Eu podemos perceber claramente seus sentimentos e (às vezes) até o que o Outro/Eu não percebe... ainda...
Conhecer o Outro/Eu é Se conhecer...
Conhecer o Eu/Outro é abrir caminho para novas descobertas do Outro/Eu.
O Eu/Outro é Único...Alinhar ao centroPassamos pelas mesmas experiências... por vezes em épocas sincrônicas... para que possamos avaliar como cada Um assimila e reage a mesma situação... para podermos ajudar a sermos melhores UM.
Lógico que temos caminhos diferentes para chegar ao mesmo ponto... até para haver troca de experiências - tão necessárias na terceira dimensão - e também para entender que a essência do Outro/Eu é a mesma...
Se todos soubessem e se conectassem a esta idéia... não haveria o pensamento do Outro e sim o pensamento Um... que faz parte da teia de aranha, conectada ao Um, que chamamos de Vida na Terra.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Doar é simples


Tão fácil, simples...e o melhor: é VIDA para muita gente!

sexta-feira, 24 de outubro de 2008


"O sorriso enriquece os recebedores sem empobrecer os doadores."

( Mário Quintana )

A Diferença entre a Força e Coragem

É preciso ter força para ser firme,
mas é preciso coragem para ser gentil.

É preciso ter força para se defender,
mas é preciso coragem para baixar a guarda.

É preciso ter força para ganhar uma guerra,
mas é preciso coragem para se render.

É preciso ter força para estar certo,
mas é preciso coragem para ter dúvida.

É preciso ter força para manter-se em forma,
mas é preciso coragem para ficar de pé.

É preciso ter força para sentir a dor de um amigo,
mas é preciso coragem para sentir as próprias dores.

É preciso ter força para esconder os próprios males,
mas é preciso coragem para demonstrá-los.

É preciso ter força para suportar o abuso,
mas é preciso coragem para fazê-lo parar.

É preciso ter força para ficar sozinho,
mas é preciso coragem para pedir apoio.

É preciso ter força para amar,
mas é preciso coragem para ser amado.

É preciso ter força para sobreviver,
mas é preciso coragem para viver.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Frases sobre Igualdade

"A igualdade não causa guerra." (Sólon)

"Igualdade excessiva torna-se desigualdade." (Manúcio)

"A igualdade só poderá ser soberana nivelando as liberdades, desiguais por natureza." (Charles Maurras)

"O desejo de igualdade levado ao extremo acaba no despotismo de uma única pessoa." (Barão de Montesquieu)

"A igualdade pode ser um direito, mas não há poder sobre a Terra capaz de a tornar um fato." (Honoré de Balzac)

"A igualdade é a principal parte da imparcialidade." (Sêneca)

"O mal da igualdade é que nós só a queremos ter em relação aos nossos superiores." (Henry Becque)

"A liberdade e a fraternidade são palavras, enquanto a igualdade é uma coisa." (Henri Barbusse)

"Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros." (George Orwell)

"Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar."
(Carlos Drummond de Andrade)

"A igualdade repugna de tal modo aos homens que o maior empenho de cada um é distinguir-se ou desigualar-se." (Marquês de Maricá)

"Não se pode colocar todos no mesmo nível. A igualdade é anti-natural e anti-histórica." (Benito Mussolini)

"Toda a gente, em nome da igualdade, concluiu que também tinha mérito e toda a gente vociferou para obter as suas vantagens." (Arthur de Gobineau)

"Sempre o afirmei: os homens são iguais. A única verdadeira distinção é a diferença que pode existir entre eles." (Henry Monnier)

"É falso que a igualdade seja uma lei da natureza. A natureza não faz nada igual; a sua lei soberana é a subordinação e a dependência."
(Luc de Clapiers, Marquês de Vauvenargues)

"O mal de se tratar um inferior como igual é que ele logo se julga superior." (Millôr Fernandes)

"Em tempos normais, nenhum indivíduo são pode concordar com a idéia de que os homens são iguais." (Aldous Huxley)

"A primeira igualdade, é a justiça." (Victor Hugo)

"A igualdade não admite classificação." (Ausônio)

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Beco com saída

MORADOR DA FAVELA de Heliópolis, criado pelos avós (sua mãe tinha 16 anos quando ele nasceu), sem contato com o pai, Jefferson Pereira da Silva imaginou que, se trabalhasse no estacionamento de uma faculdade, talvez tivesse a chance de conhecer alguém que o ajudasse a estudar psicologia. "Logo vi que ficaria estacionando carros o resto da minha vida."
Acabou achando uma saída para seu futuro, longe da psicologia: a saída estava no palco. Jefferson decidiu ser ator.
Na próxima semana, ele sobe ao palco para contar a história de um jovem que descobriu uma saída num beco. Terminado o espetáculo, Jefferson convidará os espectadores a caminharem até o beco que inspirou a peça.

O caminho de Jefferson até o teatro começa no violino. Ele começou a estudar violino na orquestra sinfônica criada pelo maestro Silvio Bacarelli, em Heliópolis. "Por várias vezes pensei em desistir, precisava trabalhar. Queria ganhar meu próprio dinheiro, sem depender dos meus avós." E aí foi trabalhar no estacionamento da faculdade, na aposta que, se tivesse sorte, viraria psicólogo. "Meu sonho era ser violinista e psicólogo." Mas, no íntimo, temia ter de sobreviver de bicos.
Conseguiu, então, uma remuneração mensal para tocar regularmente na orquestra sinfônica. Até que apareceu a oportunidade de participar de uma peça ("Acorda Brasil"), escrita pelo empresário Antonio Ermírio de Moraes, inspirada no trabalho do maestro Bacarelli. Só aceitou fazer o teste por insistência dos colegas. "Sou muito tímido."
Fez um papel de um marginal, era temido por todos, sempre andava com um revólver na cintura. Por causa de um professor de música, o personagem, no final, troca a arma por um violino.
As cenas de violência que integram seu cotidiano foram para o palco: "Muitas pessoas que eu conhecia morreram ou foram presas".

Pela sua atuação, Jefferson foi chamado para o elenco de "O Beco", escrito por Patrícia Secco, a partir da experiência da conversão de um beco na Vila Madalena em espaço de arte e convivência. Seu personagem é, agora, um pichador que se transforma em grafiteiro.
O espetáculo é gratuito e prevê que os espectadores façam uma visita de ônibus aos espaços que inspiraram a peça. Jefferson será um dos guias que os levará da ficção à realidade. "Meu prazer está no poder de encantamento da arte. Até um beco fica com saída."
Aquele beco é uma metáfora para ilustrar o encontro da viabilidade numa cidade com tantos riscos de inviabilidade -mais ou menos como a própria vida de Jefferson.
Mas a saída dele está apenas no começo: resolveu apostar na carreira de ator. Vai agora, aos 24 anos, passar por um dos seus testes mais difíceis: prestar, neste ano, o vestibular para estudar teatro na USP.

GILBERTO DIMENSTEIN

O PAPEL DA ESCOLA FRENTE À DIVERSIDADE

Entre discussões e textos que a mídia vem nos apresentando, teve uma fala que me marcou muito? "Qual é a nossa compreensão de TODOS?

Em verdade, viciamos de certa forma em dizer que todos têm direitos iguais, que todos merecem ter vida digna, direito a liberdade, a uma educação de qualidade, entre outros. Mas quem realmente é esse todos para nós? Há muitas perguntas, historicamente existentes e ainda com respostas insatisfatórias.

A diversidade está presente em tudo. Nenhum de nós é igual, então por que existir o preconceito à diferença? Eu sou diferente de você. Também estou a mercê do preconceito?

Precisamos nos conscientizar que a diversidade é fato. Mas a luta pela igualdade de direitos é que precisa ser debatida, questionada. E é aqui que devemos focar um importante olhar ao papel da escola frente a este assunto.

Normalmente as Propostas Pedagógicas descrevem a "formação de um cidadão crítico e consciente, apto para socializar nas práticas sociais". Perfeito! Mas quando analisamos muitas propostas curriculares, vemos uniformidade de conteúdos para serem aplicados a educandos de diversas esferas sócio-econômico-culturais. Seria este o direito a igualdade? Ou isto seria realidade da escola do vizinho? É também realidade da nossa escola.

Ultimamente tem sido comum ouvirmos que quando apontamos um dedo para o outro, temos quatro dedos voltados para nós. E ná prática isto é verdade. Nossas escolas precisam se ver errantes, para trabalharem em função do acerto. Precisam rever o conceito de avaliação processual para vivê-los, porque temos educandos que se apresentam em sala sob diversos olhares. Será que NÓS, educadores, avaliamos os nossos educandos como são ou como queremos que sejam?

De fato, Tratar sobre a diversidade nas escolas é muito complexo e permeia por uma diversidade de opiniões. Creio que um dos fortes segredos ainda está em se estruturar de acordo com a condizência da realidade local para, processoalmente, apresentar a realidade do mundo ao qual fazemos parte.

(Elisangela Gama, Pedagoga, Pós-graduada em Gestão de Pessoas- www.moodle.ufba.br)

terça-feira, 21 de outubro de 2008

MENTES BRILHANTES


MENTES BRILHANTES


Receita para fazer gênios: habilidades cognitivas, oportunidades educacionais, curiosidade científica e trabalho duro
Como nascem os gênios? De que depende o surgimento, de tempos em tempos, de um Isaac Newton ou de um Albert Einstein? Depois de acompanhar por 35 anos a vida de superdotados, cientistas americanos observaram que o brilhantismo intelectual resulta da combinação de habilidades cognitivas, oportunidades educacionais, curiosidade científica e do bom e velho "trabalho duro". O estudo, do qual participaram mais de 5 mil pessoas, foi publicado na Perspectives on Psychological Science.

Segundo o psicólogo David Lubinski, coordenador da pesquisa na Universidade Vanderbilt, os dados deixam claro que inteligência é importante, mas não é tudo. Sem apoio da escola, da família e da rede social, dificilmente as crianças superdotadas realizam todo seu potencial na vida adulta. Outro resultado apontado pela pesquisa indica que, aos 33 anos, os indivíduos mais bem-sucedidos eram os que mostravam uma incrível disposição para o trabalho - a maioria trabalhava mais de 65 horas por semana. As diferenças de gênero detectadas indicam que, embora as habilidades gerais de homens e mulheres sejam muito parecidas, os interesses profissionais foram bem distintos. Elas foram mais atraídas por profissões que os pesquisadores chamaram de "orgânicas", como medicina, biologia e ciências sociais. Já os rapazes preferiram assuntos "inorgânicos", como engenharia e ciências exatas.

Revista Mente e Cérebro
05/02/07

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Preconceito é maior entrave para ensino de crianças com deficiência



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Roosewelt Pinheiro/ABr
Brasília (DF) - O secretário parlamentar Rodrigo Marinho, portador de síndrome de Down, fala sobre a importância da inclusão escolar de crianças com necessidades especiais.
Brasília (DF) - O secretário parlamentar Rodrigo Marinho, portador de síndrome de Down, fala sobre a importância da inclusão escolar de crianças com necessidades especiais. "A gente não pode desistir do sonho de se integrar na sociedade. Eu sou muito corajoso."


Brasília - Um dos desafios do próximo governo na área de educação é a inclusão de crianças com necessidades especiais no sistema educacional. “Muitas crianças estão em casa porque as próprias famílias não acreditam que elas podem ser incluídas”, afirmou Rui Aguiar, oficial de educação do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Ceará.

Um estudo do Unicef mostra que a deficiência é um fator de exclusão da escola. Considerando as crianças de 7 a 14 anos que não têm acesso à escola, 11,4% delas têm deficiência.

O índice sobe para 39% para crianças com paralisia ou falta de algum membro. De acordo com o relatório, pelo menos 179 mil crianças brasileiras nessa idade, com alguma deficiência, estão privadas de seus direito ao ensino fundamental. O estudo usou dados do Censo Demográfico de 2000.

Oferecer o direito ao ensino a essas crianças, segundo Aguiar, pode ser uma forma de garantir que possam, no futuro, contribuir para a sociedade. Rodrigo Marinho, 35 anos, é um exemplo disso. Portador de Síndrome de Down, ele estudou todo o primeiro grau em escola regular. Há três anos, trabalha em um gabinete de um deputado, como secretário parlamentar.

“Faço todo o serviço de um office-boy. Vou aos Correios, entrego cartas, tiro passagens para o deputado, vou ao banco”, diz Marinho. Depois de trabalhar, por volta de 19h, pega um ônibus e volta para a casa.

“A gente não pode desistir desse sonho de se integrar na sociedade. Eu sou muito corajoso. Não arranjo confusão na rua, não respondo [provocações]”, afirma Marinho. Para ele, é importante que as crianças com necessidades especiais estudem em escolas regulares. “Senti alguma diferença, mas coisa pouca. Não me abalou porque as pessoas são especiais comigo.”

A mãe, Diva Marinho, fez questão que Rodrigo estudasse em escola regular. “Sempre criei meu filho para a vida, não para mim”, afirma. De acordo com ela, seu filho é totalmente independente. “Se algum dia ele tiver que morar sozinho, não terá problema algum.”

A decisão de Diva foi acertada, na avaliação do oficial da Unicef. Aguiar considera importante que as crianças com necessidades especiais tenham atendimento especializado. Mas também acha necessário que freqüentem escolas regulares para se socializarem. “Essa convivência ajuda a terminar com o preconceito”.

Mas Diva já teve de tirar seu filho de uma escola particular regular, em Petrópolis, interior fluminense, por causa do preconceito. “A diretora me chamou e disse que os pais dos outros alunos falaram que iriam tirar seus filhos da escola, se ele continuasse. Então eu tirei. A gente não pode ficar em um lugar que não é querido.”

Diva viveu o preconceito considerado comum pelos especialistas da área. “Muitos professores se ressentem da falta de formação e de condições de trabalhar com crianças com necessidades educativas especiais na sala de aula”, disse Aguiar.

A professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), Amaralina de Souza, concorda que muitos professores ainda têm dificuldade em dar aulas para crianças com necessidades especiais porque acham que devem ser especialistas nesta área e dominar técnicas específicas.

“São idéias equivocadas. Eles precisam ter uma formação geral que lhes dê algumas competências”, diz a professora, especializada no tema. “Essas crianças precisam de uma rede de apoio, composta pela família, rede de saúde, especialistas, fonoaudiólogos.”

Segundo Amaralina de Souza, muitas universidades já incluem no curso de pedagogia disciplinas que preparam os professores para promover essa inclusão dos alunos com necessidades especiais. Para os professores já formados, as secretarias de educação têm oferecido cursos de formação continuada.

“A criança como cidadã tem o direito da convivência na sociedade. A inclusão é regra e direito de todos. Mas há crianças que precisam de mais apoio. Isso não impede que elas estejam em uma escola regular. No entanto, a escola especial pode, em algum momento, ser o melhor serviço a ser oferecido até que possa ajudá-la a mais tarde estar no sistema regular.”


Marcela Rebelo
Repórter da Agência Brasil
13 de Setembro de 2006
AGÊNCIA BRASIL - EBC -EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO

Somos Iguais

SOMOS IGUAIS (Geazer Jr)

Viver com dignidade é conseguir fazer
Do amor a força para vencer
Todo o sofrimento que o preconceito traz

É dar as mãos onde há separação
Não há discriminação
Pra Deus somos iguais
Apesar do que o homem faz

Quem vê somente a cara
Não vê o coração
Não sente o que é o amor
Que mesmo até o cego pode enxergar
A força que restaura e traz a união

sábado, 18 de outubro de 2008

Final de Semana = VIVA, DESFRUTE...

Se a vida é um jogo, estas são as regras


Leia atentamente as seguintes instruções:
Você receberá um corpo; Lições lhe serão apresentadas;
Não há erros, somente lições; Uma lição é repetida até ser aprendida;
O aprendizado nunca chega ao fim; Lá não é melhor do que aqui;
Os outros são apenas reflexos seus no espelho;
O que você faz de sua vida é decisão sua; Todas as respostas estão dentro de você;
Você esquecerá tudo isso ao nascer.

Leu? Então saiba que está diante das dez regras do jogo da vida. Pois, se a vida é um jogo, é preciso aprender a jogar. É o que assegura a autora Chérie Carter-Scott que as escreveu há 25 anos, para criar um método simples de compreensão da vida. "As regras respondem à pergunta fundamental: Qual o propósito da vida?" Não são mandamentos, mas verdades espirituais, que abrirão oportunidades transformadoras a todos.

Ao longo desses anos, essas regras circularam pelo mundo e acabaram no livro Canja de galinha para a alma, atribuídas a autor anônimo. Em 1998, Chérie resolveu transformá-las em livro. Nas primeiras seis semanas, vendeu mais de 600 mil exemplares. Hoje, o livro é editado em 25 países e acabou sendo o primeiro de uma série. Se o amor é um jogo, estas são as regras foi publicado em 1999, e, neste ano, lançará Se o sucesso é um jogo, estas são as regras.

Mais do que instruções para uma vida feliz, Se a vida é um jogo, estas são as regras é uma cartilha espiritual básica, um manual de orientação. Cada regra apresenta seu próprio desafio que, por sua vez, oferece lições a serem aprendidas, principalmente quando nos vemos confrontados por problemas que precisam ser solucionados e questões exorcizadas. "Cada lição que aprendemos abrirá portais para nosso próprio sentido de infinitude", diz Chérie.

Para a autora não existem erros, apenas lições que se repetem até serem aprendidas, conforme explica nas regras dois e três. No entanto, para encarar os "erros" como oportunidades para o aprendizado é preciso dominar as lições básicas da compaixão, perdão, ética e humor. E para identificar e se libertar dos padrões que se repetem em nossa vida, faz-se necessário antes aprender as lições da percepção, da disposição, da causalidade e da paciência.

As informações contidas neste livro, segundo a própria Chérie afirma na regra dez, não são inéditas, nem mágicas, pelo contrário, são até bem evidentes. Conhecemos todas desde que nascemos. No entanto, em algum lugar ao longo da jornada do mundo espiritual para o físico, esquecemos delas. Quando começamos a assimilar cada regra, estamos apenas nos lembrando daquilo que originalmente sabíamos. No momento da recordação, atingimos um estado de paz, ou o que alguns chamam de alinhamento dos planetas, serenidade, unidade com Deus etc.

Chérie aconselha a todos a soltarem as amarras para a assimilação de seu guia. Devemos nos ouvir e ouvir os outros, acreditar e respeitar nossos sentimentos. Não há limites para crescer, amar e encontrar a sabedoria. "Cada vez que considerar sua situação como possuidora de valor, você cresce. Sua evolução pessoal depende de quão prontamente e de boa vontade abraçar suas lições e as integrar em sua vida."

Sobre a autora

Chérie Carter-Scott, Ph.D. em desenvolvimento humano e organizacional, é empresária, palestrante internacional, consultora, orientadora, líder de seminários e presidente do conselho de diretoria do MMS (Motivation Management Service Institute), especializado em crescimento pessoal e treinamento profissional. Entre seus clientes figuram a IBM, GTE, Burger King, American Express. Ela mora em Santa Barbara com o marido, a filha e a irmã.

Se a vida é um jogo, estas são as regras
Chérie Carter-Scott
Auto-Ajuda 160 páginas
Tradução: Ana Deiró

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Desigualdade escolar

No ensino fundamental e médio, a rede particular em regra é qualitativamente superior à pública, com grande variedade de diferenças.
Os alunos da rede pública já saem perdendo ao nascer. Filhos de pais analfabetos ou semi-escolarizados tendem a apresentar desempenho acadêmico inferior ao das crianças que recebem estímulos culturais desde a primeira infância.
As diferenças sociais entre os dois grupos tendem a permanecer ao longo do tempo. Na rede pública, os alunos não têm computador em casa, alguns abandonaram os estudos pelo menos uma vez - muitas vezes porque tiveram de trabalhar para ajudar a família.
Outro ponto importante diz respeito às diferenças na infra-estrutura das duas redes. Enquanto nas escolas públicas os alunos não têm aulas em laboratórios, aula- prática esportiva e línguas estrangeiras. Nas escolas particulares, os alunos têm recursos diversos para o desenvolvimento sócio-cultural.
Apesar das vantagens alguns dos alunos de instituições particulares já foram reprovados por não valorizarem o que lhes é oferecido e uma pequena parcela por realmente não conseguirem assimilar o conteúdo escolar. Na rede pública, esse número de reprovação é ainda pior e na maioria dos casos o aluno não possui condições de recuperar o tempo perdido.
A educação é a única forma de quebrar o ciclo de "miséria-ignorância-miséria" que afeta boa parte da população brasileira. Melhorar a escola pública é, portanto, um imperativo social e moral. O governo até tem idéias interessantes para fazê-lo, como oferecer bolsas aos alunos mais pobres. Resta saber se encontrará os recursos para tanto.


quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Você sabe como surgiu o Dia do Professor?

O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.

No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.

Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.

Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.

O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.

A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".

Dia do Professor em outros países:

Estados Unidos: National Teacher Day - na terça-feira da primeira semana completa de Maio.

World Teachers’ Day - UNESCO e diversos países - 5 de Outubro

Tailândia - 16 de Janeiro

Índia - 5 de Setembro

China - 10 de Setembro

México - 15 de Maio

Taiwan - 28 de Setembro

Argentina - 11 de Setembro

Chile - 16 de Outubro

Uruguai - 22 de setembro

Paraguai - 30 de Abril


Fontes:
Site www.diadoprofessor.com.br
Site www.unigente.com


terça-feira, 14 de outubro de 2008

Amor verdadeiro

O verdadeiro amor não conhece fronteiras,
Nem preconceitos raciais ou sociais,
Nem divergências religiosas ou interesses materiais,
O verdadeiro amor nasce porque tem de nascer,
Pois é como uma flor que dsabrocha sob o calor do sol,
Para que simplesmente cumpra o seu destino.

(Rabindranath Tagore)

Rabindranath Tagore: Escritor indiano, nasceu em Calcutá em 1861 e morreu em Bengala em 1941. Depois de educação tradicional na Índia, completou a formação na Inglaterra entre os anos de 1878 e 1880. Começou sua carreira poética com volumes de versos em língua bengali. Em 1931, recebeu o prêmio Nobel de literatura. Desde então, traduziu seus livros para o inglês, a fim de lhes garantir maior difusão. Em suas poesias, Tagore, oferece ao mundo uma mensagem humanitária e universalista. Seu mais famoso volume de poesias é Gitãñjali (Oferenda poética). Fundou, em 1901, uma escola de filosofia em Santiniketan, que, em 1921, foi transformada em universidade.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Cristal


Um cristal é um sólido no qual os constituintes, estão organizados num padrão tridimensional bem definido, que se repete no espaço, formando uma estrutura com uma geometria específica, de faces planas regularmente arranjadas, em geral com elevado grau de simetria tridimensional

Como ele reluz tantas cores?!

Porque apesar de suas faces e ângulos serem simétricos, cada ponto reflete uma luz diferente com uma cor específica.

Daí a diversificação das cores reluzentes de um cristal.

Isso é o que acontece diariamente com cada ser humano. Mesmo com o cotidiano, cada dia oferece um ponto de vista difetente do outro, com luzes e cores mutantes a cada segundo.

Basta que saibamos apreciar e fazer das cores nossas aliadas. E sempre ter a certeza de que todos somos cristais diferentes e de grande valor.

E acima de tudo, deixar que nossa vida seja cada vez mais um Cristal polido e reluzente.



domingo, 12 de outubro de 2008

12 de Outubro - Feliz Dia ! Crianças...

Em qualquer parte do mundo, todos os dias, todas as crianças merecem dias felizes.
Feliz estudo!
Feliz pão de cada dia!
Feliz lar!
Feliz família!
Feliz saúde!
Feliz criança, alegre e amada!

sábado, 11 de outubro de 2008

As diferenças se complementam

Viver em sociedade significa saber trabalhar a diversidade entre os indivíduos e aproveitar o que há de melhor em cada peculiaridade para um melhor bem-estar social. As diferenças entre os integrantes de um povo são fundamentais para a formação de uma população mais tolerante e justa com seus cidadãos, já que é exatamente através delas que as pessoas se tornam especiais.

No decorrer da história o mundo viu a ascensão e a queda de grandes impérios. Dentre as mais diversas razões para a decadência dessas sociedades está o desrespeito pelas diferenças. O regime nazista, na Alemanha, pregava através do mito da raça ariana a exclusão social, discriminando negros, homossexuais, judeus e deficientes por conta de não fazerem parte do padrão ideal para o desenvolvimento de uma população vencedora, segundo o seu pensamento. O que, no entanto, tratou-se de um grande engano, visto o breve fim dessa ideologia à frente do poder.

Há também aqueles, entretanto, que viram na tolerância uma forma de melhorar o meio em que se vive. A Holanda, país que sempre se mostrou disposto a discutir temas polêmicos, demonstrou recentemente com a legalização do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo que o respeito pelo diferente é uma fórmula de sucesso para a formação de uma nação cada vez mais igualitária.

O homem deve promover medidas para que as pessoas passem a compreender o quanto é importante dar valor àqueles que a sociedade, de uma maneira geral, julga serem diferentes. É somente por meio dessa aceitação que se verá, por exemplo, entre outros acontecimentos, o fim de conflitos religiosos no Oriente Médio. É essencial que, definitivamente, se entenda que as diferenças se complementam.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Final de semana...aproveite ao máximo!!!


"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram,
mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis,
coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis".
(Fernando Pessoa)


As Diferenças entre as Pessoas


A liderança e a participação eficaz em grupo dependem essericialmente da forma como o líder e os membros do grupo convivem com as diferenças interpessoais.

Em que consiste essa diferença? Mais do que a diferença na aparência física, consiste em saber lidar com pessoas diferentes na forma de pensar, sentir e agir.

Você já parou para pensar em como é a forma que você se relaciona com as ressoas ao seu redor? O que você espera delas? O que essas pessoas esperam de você? O que você espera de si mesmo?

Muitas vezes esperamos tanto dos outros que freqüentemente nos sentimos frustrados por eles. Isso ocorre porque nos relacionamos com as pessoas partindo de nossas próprias referências pessoais. Então, por exemplo, se penso que ser pontual é fundamental para mim, automaticamente espero isso do outro. Só que nem sempre isso acontece, o que me revolta e afeta minha relação com as pessoas que se atrasam e me fazem esperar. Mas, será que o outro é obrigado a atender às minhas expectativas? Quem me garante que isto ocorrerá sempre? A base para começarmos a lidar com outras pessoas de forma eficaz é nos conscientizarmos que:

AS OUTRAS PESSOAS SÃO DIFERENTES DE MIM.

Cada pessoa é um ser único no mundo, com uma história de vida própria somente por ela experimentada. Você já parou para pensar que ninguém pode sentir o que voce sente, da forma como voce sente ? A sua alegria é só sua, a sua dor e tristezas são só suas. A forma como voce enfrenta uma perda, por exemplo, é diferente da forma de outra pessoa. Porque você é um ser singular neste mundo, nem os gêmeos pensam e sentem de forma igual. Muitas de nossas dificuldades nas relações estão justamente porque esperamos que o outro aja confórme nós agimos. Quando encontramos alguém parecido conosco, que alegria! Esse encontro nos traz satisfação e reconhecimento. É ótimo nos relacionarmos com uma pessoa que pensa de forma semelhante à nossa. Mas, quando o contrário acontece, que desastre! Entramos em conflito. Como vamos "corrigir" esta outra pessoa? Como vamos conviver com ela?

Se realmente você entende que o outro é diferente de você, esse conflito será tratado nas suas devidas proporções. Então, as atitudes dos outros não terão o peso de serem da forma como você espera. Por exemplo, se uma pessoa esqueceu seu aniversário e ela continua sendo sua amiga. não é porque ela não gosta suficientemente de você, pois você não esqueceria o aniversario dela, pode ser que comemorar um aniversario não seja tão importante para ela, como é para você (por mais incrível que isso possa parecer).

Antes de compreendermos e aceitarmos a diferença do outro, devemos compreender e aceitar a nossa própria diferença. Devemos também não nos culpar por não sermos como o outro quer que sejamos. Devemos reconhecer que podemos errar, que somos limitados e que não atenderemos sempre ás expectativas dos outros. Assim, começamos a perceber que não é dificil conviver com o diferente, mas e difícil pararmos de agir com o outro como se esse outro fosse nossa extensão ou como se fosse nós mesmos.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

É NORMAL SER DIFERENTE

Falar da diferença, do que não é considerado "normal", do que não obedece padrões, é muito complexo.

Se a gente parar e olhar em volta, vamos perceber que, de verdade, nada e ninguém é igual, nem mesmo gêmeos univitelinos. Até eles...embora pareçam ser, à primeira vista.

Nosso corpo, também, não é igual: o lado esquerdo tem diferenças em relação ao direito. Quem já não percebeu isso ao comprar sapato?

Na escola, cada aluno em sua sala tem seu jeito de ser, seu ritmo de aprender, seus interesses.

No trabalho, um profissional age sempre diferente de outro.

Em uma família, cada integrante é único. E isso é que dá a liga certa.

A diferença, então, faz parte da Vida, embora nem sempre a gente esteja preparado para acolhê-la. Como diz o slogan de uma Associação de pessoas com deficiência mental:

"É normal ser diferente. E quem é diferente?"

Frequentemente, são as pessoas com algum tipo de deficiência (mental, física, auditiva ou múltipla) que são assim consideradas.

Também as pessoas que se comportam de outros jeitos (os especialistas denominam de "condutas típicas", "distúrbios de comportamento", "transtornos da atenção", entre outros) são consideradas diferentes.

E também, as diferentes raças que sofrem com tanta discriminação.

Vai depender muito do ponto de vista de quem olha, não é?

Caetano Veloso, em "Sampa", nos adverte que

"Narciso acha feio o que não é espelho"

Para falar sobre a Diferença, em seus múltiplos aspectos, é necessário unirmos pessoas que trabalham, estudam e vivem em diversos campos e que têm opiniões igualmente diferentes, instigantes, talvez até provocativas. Afinal, diferença lembra diversidade, multiplicidade, pluralidade, conceitos que nos remetem à potencialidade, ao desdobramento, infinidade...

A diferença nos iguala e nos ensina!

Para que tal ensinamento exista é necessário a aprendizagem mútua, vamos torná-lo vivo, pulsante - diverso, como a Vida!



quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Iguais na diferença



A diferença nos enriquece; é o oposto da aridez. Assim, podemos dizer: "Somos iguais na diferença!"

terça-feira, 7 de outubro de 2008

DIFERENTE E IGUAL

Cada um é de um jeito!
Tudo é diferente: a estatura, o humor, a cor, a idade, a preferência, a personalidade, a habilidade, o dom, o físico, a inteligência, a profissão, enfim, todos temos algo que nos difere e nos destaca.
Ao mesmo tempo, também, temos muito de igual. Basta conferirmos!
Por isso, nada de se achar menos que alguém.
Porque hoje: O MAIS É MENOS!!!